Quem sou eu
Pâmela é uma mulher guerreira, mãe, vendedora ambulante, criadora de conteúdo, eleita pelo povo como conselheira municipal de saúde, e moradora do Riacho Grande em São Bernardo do Campo.
Nascida em 1983, em Francisco Morato, quando sua mãe, que era representante comercial, estava na cidade a trabalho, porém, ainda recém-nascida, foi para a cidade de Ouro Fino, no interior de Minas Gerais, onde passou sua infância e adolescência.
No ano de 2004, sua mãe veio trabalhar no Distrito do Riacho Grande, como vendedora ambulante de mandioca até seu triste falecimento no ano de 2015. Em seguida, Pâmela, que assim como a mãe, já trabalhava como vendedora ambulante de mandioca e lanches, em bairros como Finco, no Jardim Farina e no Pós Balsa, assumiu o ponto e o lugar da sua amada mentora, trabalhando 8 anos vendendo mandioca na rua no Centro do Riacho Grande.
Durante esse período, conseguiu acompanhar de perto e vivenciar os problemas e desafios diários enfrentados pela comunidade, mas não apenas observou, ela vivenciou na pele esses desafios, de ser mulher, de ter que brigar para conquistar seu espaço e conseguir ser uma mulher empreendedora na cidade, de ser mãe e a dificuldade em conseguir uma vaga na creche, de lutar por um atendimento mais rápido e eficiente nas unidades de saúde e depois de ver tantos pontos a serem melhorados na área da educação e nos atendimentos das UBS, não se manteve estática, não ficou reclamando, hoje faz parte da Associação de Pais e Mestres para participar ativamente na busca de um ensino de qualidade e se candidatou ao cargo público de Conselheira local de Saúde sendo eleita para representar a população, que também busca um atendimento mais eficiente, rápido e de qualidade nos atendimentos eletivos e na realização de exames.
Diante disso tudo, decidiu que, com a ajuda e confiança da população, pode fazer muito mais representando seus eleitores com garra, determinação, uma participação ativa no seu mandato e a renovação que a política municipal precisa. Renovar a política, incluindo novas práticas morais e éticas, com respeito e empatia pelas pessoas, trilhando um caminho de verdade, de transparência, um caminho em que as pessoas possam se identificar e se sentir verdadeiramente representadas.